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Juízes negam pedido do dono do Banco Master para enviar casos das operações ao ministro Dias Toffoli.
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A defesa disse que o único requerimento apresentado teve como objetivo esclarecer notícias da imprensa.
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De acordo com a defesa, Vorcaro se vê como alvo de difamação e pede ao Supremo a apuração.
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Ao negar o acesso, ele alegou que o celular continha mensagens privadas sem relação com a apuração.
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Esse levantamento mostrou que 85% desse valor foi gasto a partir de 2024.
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As oitivas estão previstas para ocorrer entre o fim de janeiro e o início de fevereiro.
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O executivo está sendo investigado por fraudes financeiras estimadas em R$ 12,2 bilhões.
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A delegada afirmou que não foi informada sobre a realização de depoimentos individuais.
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O confronto foi conduzido pela delegada da PF Janaína Palazzo, responsável pela investigação.
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A discrepância entre as declarações aumenta a possibilidade de uma acareação na investigação.
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O banqueiro chegou por volta das 11h30 na sede da Corte Suprema, onde foi ouvido pelas autoridades
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Daniel Vorcaro e outros nomes prestarão esclarecimentos para a PF nesta tarde.
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Defesa diz que ligação serviu pra comunicar negociações para “solução de mercado para o Conglomerado".
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Após as oitivas, será decidido pela delegada responsável se a acareação é necessária.
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Além de Vorcaro, também presta depoimento o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
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O ministro não confirmou se estará pessoalmente na audiência marcada para o dia 30.
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O ministro busca apurar quais medidas foram tomadas pelos envolvidos no caso de fraude.
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As ligações, de acordo com a publicação, tinham como objetivo acompanhar o andamento da compra do Master.
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Moraes teria entrado em contato com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
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Ainda de acordo com a oposição, já foi iniciada a coleta de assinaturas para viabilizar o requerimento.
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Saul Dutra Sabbá era dono do antigo Banco Máxima, que se tornou Master após ser vendido a Vorcaro.
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O material extraído do aparelho indica que Vorcaro teve conhecimento prévio de partes das investigações.
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Integrantes da comissão denunciam blindagem e interferência do STF para enfraquecer investigações.
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Informações sobre a conta de WhatsApp do ex-banqueiro não estão mais acessíveis aos membros do colegiado.
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A esposa de Moraes foi contratada pelo Banco Master por R$ 3,6 milhões ao mês, totalizando R$ 129 milhões
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Vorcaro foi preso por suposta fraude de R$ 12 bilhões em operações de crédito com o Banco de Brasília.
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As diligências relacionadas à operação Compliance Zero agora tramitam sob supervisão da Corte.
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O pedido teria sido motivado pela menção a um deputado federal na investigação.
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A desembargadora Solange Salgado foi acusada em 2010 e recorreu ao escritório Bottini & Tamasauskas.
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A ordem judicial foi oficialmente comunicada na manhã deste sábado e cumprida às 11h40.
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Nessa sexta-feira (28), a desembargadora Solange Salgado da Silva determinou sua soltura.
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Apesar da determinação desta sexta, os investigados ainda deverão cumprir medidas cautelares.
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Vorcaro, dono do Banco Master, estava detido desde 18 de novembro, quando a PF deflagrou operação.
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O empresário foi preso pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero.
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A suposta venda do Banco Master ao grupo Fictor é outro ponto de atenção.
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Segundo a defesa, o Banco Central tinha ciência das operações que estavam acontecendo.
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A desembargadora Solange Salgado rejeitou o pedido de soltura feito pela defesa do banqueiro.
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O empresário Daniel Vorcaro foi preso no contexto da Operação Compliance Zero.
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O fundo Hans 95 é um dos principais alvos da Operação Carbono Oculto.
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A ação policial investiga um esquema de criação e negociação de títulos de crédito fraudulentos.
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